Heroicamente humano.

Nas últimas duas décadas temos visto a ascensão dos heróis transcendendo as histórias em quadrinhos e ganhando notoriedade em outras mídias, principalmente no cinema, mas o que atrai tanto a nossa atenção de forma a já ter visto as histórias do Dr. Bruce Banner, esse mais conhecido como Hulk nas leituras de cabeceira da minha avó? 

 

Desde a Grécia antiga o homem já conta as histórias de Hércules, Odisseu, Tesseu e muitos outros, repletas de aventuras pelo desconhecido, criaturas exóticas e seus exemplos de altruísmo e demonstrações de suas habilidades. 

 

Você deve estar imaginando que isso se deve por suas capacidades sobre-humanas, oriundas de acessórios bancados por fortunas excepcionais como a do playboy em busca de justiça Bruce Wayne (Batman) ou do também playboy de ego ultra elevado Tony Stark (Homem de Ferro), algum tipo de mutação como ocorrido com o nerd Peter Parker (Homem Aranha) e o soldado franzino Steve Rogers (Capitão América) ou ainda tenha nascido ele em outra realidade espacial ou dimensional que não a nossa tal qual Clark Kent (Super Homem) e Thor filho de Odin nascido em Asgard. Nada disso! 

 

A fascinação dos homens por esses personagens que permeiam o nosso imaginário está na sua busca incessante por encontrar o seu lugar no ambiente onde foram inseridos e serem úteis com suas habilidades para o bem comum, uma metáfora de cada um de nós praticando na sua potencialidade máxima suas habilidades. 

 

Por esse justo motivo o herói sempre vem acompanhado de seus próprios dilemas, não fosse Peter Parker ter visto a morte do seu tio, ele jamais teria dado atenção ao ensinamento desse mesmo tio de que “com grandes poderes vem grandes responsabilidades”, ou o filho mimado Thor que se sentia incapaz de assumir o trono que outrora fora do seu pai o misericordioso e justo Odin, ou numa expressão mais individualista o soldado da reserva Wade Wilson que ao descobrir ser portador de mais de uma doença terminal buscou uma forma alternativa nada convencional e ilegal de tratamento que acabou dando errado e o transformando no famigerado mercenário Deadpool que depois de toda a sua busca pela reversão de uma decisão precipitada descobriu que a única coisa que ele precisava para estar com quem amava era ser ele mesmo. 

 

No nosso cotidiano temos muitas oportunidades do exercício de atos heróicos aos quais não me refiro a vestir uma roupa descolada e sair fazendo justiça a todo custo com as próprias mãos atrás de um codinome impactante, mas sendo um profissional comprometido com a entrega do melhor resultado de seu trabalho, provedor e porto seguro da família seja para os filhos ou para os genitores já cansados no final da vida, transmitindo conhecimento para a sociedade, ajudar um cadeirante a acessar um local difícil, ajudar uma senhora a atravessar a rua ou indicar o caminho mais seguro a um deficiente visual.  

 

Essas ações modificam o mundo, o tornam um lugar mais agradável de se viver, renovam a esperança sobre a humanidade dando sentido a vida e nos permitem andar de mãos dadas com a felicidade, mas isso só é possível de ser realizado com empenho e dedicação, potencializando as nossas habilidades, com foco, determinação e ação, apenas assim chegaremos a algum resultado e seremos os heróis que o mundo precisa e não os que sonha.

 

Potencialize suas habilidades e seja hoje o herói que o mundo precisa!

Autor:

João Oliveira
Analista de Custos

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